A cachaça brasileira, ícone da cultura nacional, conviveu por muito anos com preconceitos associados ao seu consumo. Porém, desde o final da década de 80, através do pioneirismo da Associação Mineira de Produtores de Aguardente de Qualidade (AMPAQ) e que se expandiu para vários estados, são vários os movimentos que organizam os produtores em cooperativas, desenham e normatizam os processos de produção, controlando todas as etapas da cadeia produtiva com objetivo maior final de garantir a qualidade da bebida para o consumidor.
Paralelamente ao movimento de padronização e melhoria da qualidade, o marketing associado ao produto se sofisticou. Os rótulos foram redesenhados. Inúmeras são as garrafas diferenciadas, com design e estilo arrojados. Como resultado deste trabalho árduo, de vários anos, hoje a cachaça artesanal tem reconhecido o status que ela sempre mereceu – de uma verdadeira obra de arte, chegando ao ponto das garrafas representarem cobiçadas peças de docoração. O pejorativo “cachaceiro” foi substituído por um termo mais chique e apropriado – o cachacista.
Hoje nossa cachaça é produto tipo exportação e reconhecida, seja na sua forma pura ou na famosa caipirinha, como uma bebida refinada, tipicamente verde-amarela e a que mais simboliza o espírito descontraído do povo brasileiro
A proposta de negócios da Butique da Cachaça está intimamente alinhada com esta irreversível tendência de valorização do produto e com conceitos tão importantes para o povo brasileiro e para o turista estrangeiro que vem nos visitar. A Butique da Cachaça associa num estande bem planejado e de design elegante os elementos da originalidade, brasilidade e o refinado “toque de produto artesanal” ou “hand made”, relacionados à cachaça de alambique.
Isto tudo sem jamais perder de vista aspectos fundamentais para que seja um negócio bem sucedido.